Uma mulher da cidade inglesa de Manchester morreu no dia 30 de setembro, aos 30 anos, em decorrência de um câncer de pele que desenvolveu após anos de uso contínuo de câmaras de bronzeamento, informou a imprensa na terça-feira (13).
Chelsea Tantum começou fazer bronzeamento artificial aos 15 anos, quando competia com amigas para ver quem conseguia o melhor bronzeado, e afirma que nunca lhe pediram documento de identificação, apesar de ser menor de idade. Durante a década seguinte, ela manteve esse hábito.
Aos 28 anos, foi diagnosticada com um melanoma já em fase avançada (3C). Naquela altura, o câncer havia entrado em metástase e se espalhado para a coluna, costelas, pelve, fêmures, pulmões, fígado, baço e tórax.
Pouco antes de completar 30 anos, a doença atingiu o cérebro e evoluiu para a fase 4D.
Apesar da debilidade, Tantum promoveu uma campanha para exigir a verificação obrigatória da idade no uso de câmaras de bronzeamento — uma medida que o governo britânico adotou em maio deste ano.
Ela também arrecadou fundos para a organização Melanoma Focus enquanto continuava a lutar contra a doença, que chegou a deixá-la em uma cadeira de rodas.