
PRIMEIRO VÍDEO do avião da Flydubai que declarou emergência a caminho de Israel

Veículos de imprensa divulgaram imagens dos momentos de terror vividos pelos passageiros nesta quarta-feira (30) no voo FZ1073 da Flydubai que fazia a rota Dubai–Tel Aviv e fez um desvio para a Arábia Saudita após o acionamento do código de emergência.
No vídeo, gravado por um passageiro, é possível ver pela janela que a aeronave voa a baixa altitude sobre uma cidade, enquanto, ao fundo, ouvem-se os gritos das pessoas a bordo.
WATCH: Terrifying footage of the incident, recorded from a passenger window aboard the aircraft flydubai.
— Open Source Intel (@Osint613) September 30, 2026
- Yedioth Ahronot News. https://t.co/Y4Fp7vUirIpic.twitter.com/ySOKQzuz3l
O que aconteceu?
O voo FZ1073 da Flydubai, que fazia a rota Dubai–Tel Aviv nesta quarta-feira, acionou brevemente o código de emergência 7500 — usado em caso de sequestro —, o que levou caças israelenses a decolar para verificar a situação.
A aeronave, com 174 passageiros a bordo (incluindo 27 menores), emitiu o sinal cerca de 90 minutos após a decolagem, quando já estava no espaço aéreo da Jordânia.
Em seguida, fez uma curva e dirigiu-se à Arábia Saudita, onde iniciou a descida. Depois, mudou para o código 7700 (emergência geral) e pousou perto de Tabuk.

Briga entre os pilotos
Uma autoridade de segurança israelense afirmou que não havia provas definitivas de sequestro, mas a falta de contato com o piloto gerou apreensão.
Os investigadores consideram todas as possibilidades, incluindo a suspeita de que um dos pilotos teria tentado derrubar o avião, provocando uma briga entre os dois.
As informações mais recentes indicam que um dos pilotos queria se suicidar derrubando o avião, mas outros pilotos que viajavam como passageiros o impediram.
Investigação em andamento
A companhia iniciou uma investigação sobre o caso e informou que enviará um avião de Dubai para a Arábia Saudita para buscar os passageiros e prosseguir com a viagem para Israel. O gabinete do primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, garantiu que a situação está "sob controle".
