De acordo com dados atualizados até a quinta-feira (17) disponibilizados ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) pelas candidaturas, os presidenciáveis gastaram R$ 151 milhões até agora, de acordo com levantamento do portal g1.
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Os dados estão disponíveis no DivulgaCand, plataforma do TSE que oferece informações preliminares sobre a prestação de contas obrigatória por lei. A prestação final é apresentada 30 dias após a eleição, e é um requerimento para que os candidatos sejam diplomados.
A diferença nas despesas dos seis candidatos com maior intenção de votos é marcante: Lula (PT) gastou R$ 65 milhões, seguido por Flávio Bolsonaro, com R$ 55 milhões.
Ronaldo Caiado (PSD) informou gastos de R$ 24,2 milhões, e o restante dos candidatos, valores bem menores: Romeu Zema (Novo) teria gasto R$ 4 milhões, Renan Santos (Missão), R$ 1,2 milhão e por fim, Augusto Cury (Avante) reportou despesas de somente R$ 265 mil.
Apesar da diferença nos valores, de acordo com as informações prestadas pelas candidaturas, as estratégias são bem parecidas.
A maior parte dos gastos é com publicidade, incluindo produção de conteúdo, impulsionamento pago nas redes sociais e "estratégia digital". Embora as campanhas estejam cada vez mais focadas na internet, o gasto com adesivos, bandeiras e panfletos ainda é bastante relevante.
O TSE também estabelece um teto de gastos para cada cargo em disputa, que no caso da presidência em 2026, é de R$ 88,9 milhões no primeiro turno e R$ 44,5 milhões no segundo.