Uma família católica está enfrentando uma batalha judicial contra o Departamento de Crianças e Famílias (DCF) dos EUA para recuperar a custódia de sua filha, de 17 anos, e impedir que o Estado de Massachusetts autorize um tratamento com altas doses de testosterona. A informação foi divulgada em 13 de setempro no podcast de Fox News.
A menor foi retirada de casa em dezembro de 2024, quando tinha 15 anos, depois que seus pais, Joseph e Arlene Kutzko, se recusaram, por motivos religiosos, a reconhecê-la como menino* — uma mudança de identidade que, segundo os pais, foi iniciada secretamente por funcionários da Algonquin Regional High School.
Embora as acusações de abuso físico contra Joseph tenham sido considerados infundados, foi emitida uma ordem de restrição permanente contra a família, e o DCF interrompeu o contato após os Kutzko se recusarem a tratar Sophie por um nome e pronomes masculinos.
Enquanto a família exige uma avaliação psicológica completa para Sophie e luta nos tribunais para impedir a administração de hormônios, sua representação jurídica busca impulsionar medidas legislativas no Congresso para evitar que a recusa dos pais à transição de gênero dos filhos seja legalmente classificada como "abuso infantil".
*O movimento internacional LGBT é classificado como uma organização extremista no território da Rússia e proibido no país.