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Irã não interrompeu fornecimento de petróleo apesar do bloqueio dos EUA, garante ministro iraniano

"Apesar das condições de guerra, as exportações de petróleo bruto do país não pararam nem por uma hora", declarou.
Irã não interrompeu fornecimento de petróleo apesar do bloqueio dos EUA, garante ministro iranianoGettyimages.ru / Majid Saeedi

O ministro do petróleo do Irã, Mohsen Paknejad, declarou, citado pela imprensa iraniana nesta sexta-feira (4), que as exportações de petróleo bruto do país permaneceram ininterruptas durante os 40 dias de conflito armado, apesar dos ataques à infraestrutura de gás e petróleo da República Islâmica e das graves dificuldades logísticas resultantes do subsequente bloqueio marítimo.

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"Durante a guerra de 40 dias, apesar das condições de guerra, as exportações de petróleo bruto do país não pararam nem por uma hora, desde 28 de fevereiro até o estabelecimento do cessar-fogo temporário", enfatizou Paknejad.

Nova escalada na região

  • Na terça-feira (1º), o Comando Central dos EUA realizou uma série de ataques aéreos de grande escala contra posições do Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica do Irã nas províncias de Sistão e Baluchistão e Hormozgan.
  • Em resposta aos ataques americanos, as forças armadas iranianas lançaram uma ofensiva retaliatória com mísseis e drones contra o que Teerã chamou de "posições inimigas" na região.
  • O Ministério das Relações Exteriores do Irã condenou a ofensiva militar de Washington, classificando-a como "crimes de guerra bárbaros". Enfatizou ainda que as forças americanas "violaram mais uma vez a soberania nacional e a integridade territorial do Irã, atacando diversas áreas civis e infraestruturas de serviços, incluindo várias torres e instalações de telecomunicações nas províncias de Khuzistão, Sistão-Baluchistão, Hormozgan e Kerman".

  • Enquanto isso, o chefe da Comissão de Segurança Nacional do Parlamento, Ebrahim Azizi, destacou que o ataque a um casamento é "prova irrefutável do desespero dos chamados defensores dos direitos humanos, uma repetição de suas atrocidades em Minab e Lamerd".