Dolly Parton, ícone da música norte-americana, morre aos 80 anos

"Viveu na luz" e agora está "nos braços de Jesus", afirmou um membro da família.

A cantora e compositora norte-americana Dolly Parton morreu aos 80 anos, segundo anúncio feito nesta terça-feira (25) por seu sobrinho, Brian Seaver, em um vídeo publicado nas redes sociais.

Seaver afirmou que a artista havia pedido a ele anos atrás que fizesse o anúncio de sua morte e disse que ela "viveu na luz" e agora está "nos braços de Jesus", ao lado do marido, Carl Dean, dos pais e de outros familiares.

Parton havia publicado uma atualização sobre seu estado de saúde na sexta-feira (21), reconhecendo uma recente piora após a morte de Carl, em março de 2025. Os dois foram casados por quase 60 anos.

Os shows que Parton havia planejado para Las Vegas já haviam sido adiados e, posteriormente, cancelados diante dos problemas de saúde. Em setembro, ela anunciou o adiamento de uma série de apresentações para cuidar de sua saúde e, em maio de 2026, cancelou as datas de uma residência que estava prevista para o mesmo mês de setembro.

Legado incontestável

Nascida em uma família pobre do Tennessee, Parton deixou uma infância em uma pequena casa nas montanhas para se tornar uma das maiores estrelas da música country. Ao longo de mais de cinco décadas de carreira, vendeu mais de 100 milhões de discos e escreveu mais de 3 mil canções, incluindo clássicos como "Jolene", "9 to 5" e "I Will Always Love You".

Além da música, atuou no cinema, construiu um império de entretenimento com o parque Dollywood e se destacou pelo trabalho filantrópico, consolidando-se como uma das figuras mais influentes da cultura norte-americana.