EUA sancionam autoridades e entidades de Cuba

A lista inclui empresas ligadas aos setores de transporte, turismo e comercialização de diversos produtos.

O Escritório de Controle de Ativos Estrangeiros dos EUA (OFAC), órgão vinculado ao Departamento do Tesouro do país, anunciou nesta quinta-feira (20) uma nova rodada de sanções contra pessoas e entidades governamentais de Cuba. As medidas fazem parte da política de pressão máxima adotada por Washington, denunciada por Havana como uma "punição coletiva" com pretensões "genocidas".

Desta vez, as sanções individuais foram impostas a três funcionários do Instituto Cubano de Amizade com os Povos (ICAP): Fernando González Llort, Leima Martínez Freire e Noemí Ramona Rabaza Fernández, que foram incluídos na lista de Nacionais Especialmente Designados do governo dos EUA. A medida proíbe cidadãos e empresas norte-americanos de realizar negócios com as pessoas incluídas na lista, além de prever o eventual bloqueio de seus ativos nos EUA, caso existam.

Entre as entidades públicas designadas pela OFAC estão o Ministério da Construção de Cuba (MICONS), o Grupo Empresarial Geominero Salinero, a importadora e comercializadora de metais METALCUBA, a Empresa de Níquel "Comandante Ernesto 'Che' Guevara", a comercializadora CONSUMINPORT, vinculada ao Grupo Empresarial de Comércio Exterior da ilha, a TRANSIMPORT, que comercializa peças de veículos e motores, e a Corporação de Abastecimento ao Turismo (CORATUR).

Cerco dos EUA contra Cuba