O foguete suborbital SEBIT, da empresa sul-coreana InnoSpace, foilançado nesta quarta-feira (19), por volta das 16h30, do Centro de Lançamento de Alcântara (CLA), no Maranhão. Cerca de 35 segundos após a decolagem, porém, o voo foi interrompido. Ainda não há informações sobre a causa da falha, conforme informou o portal g1.
O lançamento foi a primeira operação em Alcântara desde a explosão do HANBIT-Nano, também da InnoSpace, em dezembro de 2025. Na ocasião, o foguete foi destruído cerca de 33 segundos após a decolagem, sem deixar feridos.
Desenvolvido para missões de teste, demonstração tecnológica e pesquisas com cargas úteis, o SEBIT pode alcançar até 100 quilômetros de altitude. O CLA não permitiu a cobertura da imprensa, e a InnoSpace não divulgou detalhes sobre a ocorrência.
A operação marcou o primeiro contrato comercial da ALADA (Empresa de Projetos Aeroespaciais do Brasil S.A.), estatal criada em junho de 2025 para desenvolver projetos aeroespaciais e explorar comercialmente os centros de lançamento brasileiros.
Segundo o fundador e CEO da InnoSpace, Soojong Kim, o acordo representa "um passo significativo rumo à comercialização do nosso serviço suborbital".
A missão também integra os esforços para uma nova tentativa de lançamento do HANBIT-Nano, foguete orbital que utiliza a mesma tecnologia de propulsão envolvida no acidente de 2025.