O presidente Abelardo de la Espriella assinou um decreto na noite de terça-feira (11) declarando estado de calamidade pública em decorrência do terremoto que atingiu a Colômbia na segunda (10). Segundo ele, a medida permitirá intensificar os esforços de socorro nas áreas mais afetadas e em todo o restante do país.
O decreto foi assinado em Bogotá, na sede da Unidade Nacional de Gestão de Riscos de Desastres (UNGRD), segundo informações da imprensa colombiana.
A Associação Colombiana de Capitais (Asocapitales) informou em sua última atualização que o terremoto deixou 190 mortos, 1.679 feridos e 243 estruturas destruídas. A cidade de Cali registrou 95 mortes, enquanto Pereira tem 81, Quibdó 9 e Manizales 5. Para além das maiores fatalidades, Cali e Pereira vivem a situação mais crítica, com estruturas desabadas e pessoas presas nos escombros.
Em meio a esforços de socorro ainda vigentes, a organização acrescentou que ativou ferramenta digital de emergência para facilitar o registro e a busca por pessoas desaparecidas.
A emergência também está afetando o tráfego aéreo, conforme os aeroportos de Pereira, Popayán e Cartago mantêm operações restritas devido aos danos.