
EUA desenvolvem nova estratégia para possível guerra nuclear contra Rússia e China

O Pentágono está desenvolvendo nova estratégia nuclear que ofereça ao presidente dos Estados Unidos mais vantagens em um possível conflito nuclear com a Rússia ou a China, segundo relatou o NBC na quarta-feira (5).
Segundo a mídia, o documento busca analisar possíveis cenários de supostas guerras regionais da Rússia ou China com aliados americanos. O objetivo é fornecer ao presidente as opções nucleares mais "realista e crível" a fim de "fortalecer a dissuasão" do país.
A abordagem em desenvolvimento implica mais ênfase em armas nucleares táticas de curto alcance para os conflitos regionais ao invés das armas estratégicas de longo alcance.

Fim do tratado entre Rússia e EUA
Pela primeira vez desde a década de 1970, duas grandes potências nucleares, Rússia e Estados Unidos, ficaram, no início de fevereiro, sem um tratado vigente de limitação nuclear, o que encerra, na prática, uma arquitetura de controle de armamentos construída ao longo de décadas.
O Novo START foi assinado em 2010 pelos então presidentes Dmitry Medvedev e Barack Obama e prorrogado por cinco anos, sem condições prévias, em fevereiro de 2021.
Em 6 de fevereiro, o secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, declarou que o controle de armamentos nucleares não pode mais se limitar a um esquema bilateral entre Washington e Moscou.
Ao mesmo tempo, Sánchez defendeu o fortalecimento da capacidade defensiva europeia "de forma coordenada e controlável".
"Construamos um verdadeiro exército europeu, não em dez anos, mas agora. A Espanha se somará com todos os recursos necessários", afirmou. O presidente também pediu o fortalecimento do sistema multilateral e concluiu: "O rearmamento de que o mundo mais precisa com urgência é um rearmamento moral".
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