
Associação condena ataques de Paulo Figueiredo a jornalistas; saiba o que houve
A Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (ABERT) divulgou uma nota na quarta-feira (29) em que condena as declarações de Paulo Figueiredo contra jornalistas, com destaque para as críticas direcionados à jornalista Miriam Leitão.
No comunicado, a entidade afirma que as manifestações do jornalista ultrapassam os limites da "liberdade de expressão" e classifica como inaceitáveis as ofensas e declarações de teor "misógino" contra a jornalista.

A associação manifestou "solidariedade" à jornalista e aos demais profissionais citados, além de defender a apuração do caso e a responsabilização dos envolvidos.
Também reafirmou o compromisso com a liberdade de imprensa, a liberdade de expressão e a proteção dos profissionais da comunicação.
Entenda
Em uma live realizada na terça-feira (28), Paulo Figueiredo fez uma série de críticas a jornalistas.
Ele chamou as profissionais da imprensa de "putas pagas" e "prostitutas de alma", afirmou que preferiria ser apresentado às filhas como "gigolô" do que como jornalista e declarou que Miriam Leitão "não merecia ser estuprada".
As falas ocorreram ao comentar os gastos do governo Lula com publicidade.
