O senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro, que recusou escolta da Polícia Federal por alegar desconfiança em relação ao comando da corporação indicado pelo atual governo, adotará uma série de medidas para reforçar sua segurança durante o período eleitoral. Segundo sua campanha, ouvida pelo jornal Folha de S.Paulo nesta quarta-feira (22), as ações buscam garantir sua integridade física diante do aumento das ameaças.
Uma das principais medidas será o uso permanente de colete à prova de balas. Além disso, o número de agentes da Polícia do Senado responsáveis por sua segurança será triplicado.
A campanha também pretende ampliar o número de armamentos, equipamentos e viaturas utilizados pela equipe de segurança, além de criar um centro de comando que funcionará 24 horas por dia para monitorar possíveis ameaças, informou o jornal.
De acordo com a equipe de Flávio, a Polícia do Senado identificou cerca de 2.000 ameaças desde junho, a maioria delas publicada nas redes sociais.
"Quem acha que vai me intimidar está perdendo tempo. Não tenho medo de ameaças. Vou continuar nas ruas, ouvindo os brasileiros e lutando por um país mais livre, seguro e próspero. Nada vai me impedir de seguir firme na missão de resgatar o Brasil", afirmou o senador.