Moscou: Ocidente apoiará Kiev independentemente de quão insanas sejam suas ações

O Ministério das Relações Exteriores da Rússia se pronunciou sobre o assassinato do engenheiro-chefe da usina nuclear de Zaporozhie durante um ataque ucraniano com drone.

O assassinato do engenheiro-chefe da usina nuclear de Zaporozhie, Alexander Yakovlev, pelas forças ucranianas é mais um "crime sangrento do regime de Kiev" que torna seus patrocinadores ocidentais cúmplices, declarou o Ministério das Relações Exteriores da Rússia nesta quarta-feira (15).

Neste dia 15 de julho, um ataque ucraniano com drone contra um veículo de serviço da instalação nuclear, a maior da Europa, matou Yakovlev e o motorista do automóvel.

"Essa ação criminosa de Kiev constitui uma nova tentativa de comprometer o funcionamento seguro da usina nuclear de Zaporozhie e intimidar seus funcionários", afirma o comunicado oficial.

Com esse tipo de ação, o regime ucraniano busca "exercer pressão" sobre a Rússia e, ao mesmo tempo, "chantagear seus senhores ocidentais, exigindo cada vez mais dinheiro e armas".

Enquanto isso, "os países ocidentais estão dispostos a apoiar" o regime ucraniano, "independentemente do grau de loucura de suas ações, tornando-se assim cúmplices desses crimes da junta de Kiev", enfatiza a chancelaria russa.

Moscou denuncia que "o enorme perigo" associado à "presença das Forças Armadas da Ucrânia nas proximidades da usina nuclear de Zaporozhie", que tem sido alvo de repetidos ataques ucranianos, "está agora mais evidente do que nunca".