No domingo (5), o presidente dos EUA, Donald Trump, atacou inesperadamente a primeira-ministra italiana, Giorgia Meloni, mais uma vez.
Na rede social Truth Social, o presidente publicou uma foto da primeira-ministra italiana sorrindo para ele, acompanhada da frase: "É necessária uma ordem de restrição", sugerindo que ele precisa se proteger de Meloni.
Trump já havia criticado a postura de Meloni durante a guerra contra o Irã, chamando a chefe de governo de sua "admiradora".
"Mas eu não a quero como admiradora, porque ela não estava lá — junto com o grupo da OTAN — em relação ao Estreito de Ormuz", acrescentou.
Naquele mesmo dia, o presidente afirmou que a líder italiana havia lhe implorado por uma foto durante a cúpula do G7.
Ela desmentiu
Por sua vez, Meloni descartou as declarações de Trump como "completamente inventadas".
"Francamente, estou chocada. Não sei por que o presidente dos Estados Unidos se comporta dessa maneira com seus próprios aliados", lamentou. Segundo a chefe de governo, "esta não é a primeira vez que isso acontece".
Pouco depois, o chefe da Casa Branca voltou a atacar a primeira-ministra, alegando que ela havia rejeitado Washington, que não apoiava os Estados Unidos em suas políticas ou no âmbito da OTAN, e que era por isso que sua popularidade na Itália era tão baixa.
Em resposta, Meloni afirmou que seus índices de aprovação não tinham relação com seu relacionamento com Washington.