
Entenda o que levou ao fim da greve dos rodoviários no Rio de Janeiro
Os rodoviários do Rio de Janeiro decidiram suspender a greve após três dias de paralisação e retomaram a circulação normal dos ônibus nesta quinta-feira (2).
Apesar disso, o sindicato informou que a categoria permanece em "estado de greve".

A decisão foi influenciada por dois fatores principais: a determinação do Tribunal Superior do Trabalho (TST), que elevou para 80% o percentual mínimo da frota em circulação durante a greve, e a audiência de conciliação conduzida pelo Tribunal Regional do Trabalho (TRT) e pelo Ministério Público do Trabalho (MPT), que resultou em uma nova rodada de negociações marcada para a próxima segunda-feira (6).
Para que a paralisação fosse interrompida, as empresas se comprometeram a não descontar os dias não trabalhados nem o vale-refeição dos trabalhadores, além de discutir uma proposta de reajuste salarial superior aos 4% oferecidos até o momento.
O que a categoria reivindica
- Reajuste salarial de 17%;
- Piso de R$ 5 mil para motoristas do BRT;
- Piso de R$ 4 mil para os demais motoristas;
- Vale-alimentação de R$ 1 mil;
- Plano de saúde;
- Mudanças na escala de trabalho, com jornada de 7h30.
