Omã apresentou aos Estados Unidos e a outros aliados ocidentais uma proposta para cobrar tarifas de serviço de navios que cruzam o Estreito de Ormuz. A informação foi publicada pelo The New York Times nesta terça-feira (30), com base em fontes diplomáticas.
Segundo a proposta, as companhias de navegação pagariam pela utilização da rota marítima. O modelo é inspirado nos acordos adotados nos estreitos de Malaca e Singapura, onde contribuições voluntárias financiam medidas de segurança para a navegação.
Apesar da oposição pública dos Estados Unidos, Omã e Irã defendem a cobrança pelo trânsito no estreito. A diferença está no modelo adotado por cada país.
Omã apoia um sistema de contribuições voluntárias. Já o Irã defende pagamentos obrigatórios e afirma que a administração do Estreito de Ormuz não será discutida com os Estados Unidos.