Confira como a América Latina reagiu aos terremotos na Venezuela

Os governos da região oferecem seu apoio, sem distinções ideológicas.

Os governos da América Latina e do Caribe manifestaram total solidariedade e se ofereceram para enviar equipes médicas e ajuda humanitária à Venezuela devido à tragédia causada pelos terremotos de quarta-feira (24), que já deixaram até agora mais de 160 mortos e mais de 900 feridos.

México

A presidente Claudia Sheinbaum anunciou que enviará equipes de saúde e especialistas em resgate. "Nossa solidariedade ao povo da Venezuela. O Ministério das Relações Exteriores já entrou em contato com o governo do país irmão e eu já dei instruções para que se prepare a ajuda necessária", afirmou.

Brasil

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva manifestou "grande preocupação e consternação" com os terremotos e anunciou que instruiu o Ministério das Relações Exteriores e a Embaixada em Caracas a avaliar a situação e as medidas de assistência que possam ser adotadas.

"Reafirmo nossa determinação em apoiar o governo da presidente interina Delcy Rodríguez na recuperação das áreas afetadas dessa nação irmã, cujo povo tem demonstrado grande resiliência diante das adversidades", destacou.

Apoio médico e disposição para colaborar

Cuba

Do Caribe, o presidente Miguel Díaz Canel expressou suas "sinceras condolências" e toda a solidariedade ao governo e ao povo da Venezuela. "O pessoal cubano da área da saúde está cooperando ativamente na assistência às vítimas", acrescentou.

Uruguai

No sul do continente, o presidente Yamandú Orsí também manifestou sua solidariedade às autoridades e ao povo venezuelano. "Acompanhamos com atenção a evolução da situação e reiteramos nossa disposição em colaborar no que o governo venezuelano considerar necessário", afirmou.

Chile

O governo liderado por José Antonio Kast destacou sua disposição em prestar ajuda humanitária e apoio nas operações de busca e resgate, em coordenação com as autoridades venezuelanas e os mecanismos internacionais pertinentes.

Bolívia

O Ministério das Relações Exteriores do Estado Plurinacional da Bolívia reafirmou, nestes "momentos de dificuldade", sua solidariedade fraterna à Venezuela e expressou seus "mais sinceros votos" pela rápida recuperação das pessoas afetadas e pela reconstrução das áreas danificadas. "A Bolívia deseja o sucesso das operações de busca, resgate, assistência e recuperação", acrescentou.

Ajuda imediata

Equador

Na mesma linha, o presidente Daniel Noboa manifestou sua solidariedade e revelou que já havia providenciado o envio imediato de ajuda humanitária para atender à emergência.

Argentina

O presidente Javier Milei afirmou em um comunicado que acompanhava de perto a evolução da tragédia e manifestou sua disposição em colaborar com a assistência humanitária necessária, em coordenação com os organismos internacionais.

"Além das diferenças que possam existir entre nossos governos, o presidente Javier G. Milei estende a mão em solidariedade ao povo venezuelano diante de uma catástrofe natural que exige uma reação de toda a comunidade internacional", destacou.

El Salvador

Na América Central, o presidente Nayib Bukele afirmou: "Nosso coração está com o povo da Venezuela nestes momentos difíceis. Enviamos toda a nossa solidariedade e nossas orações. Força, Venezuela".

Costa Rica

O mesmo fez o governo costarricense que afirmou abraçar "de coração" o povo venezuelano "nestas horas de dor" após o terremoto. "Nossa solidariedade está com cada família afetada e com aqueles que hoje trabalham para salvar vidas e reconstruir a esperança. Vocês não estão sozinhos", destacou.