Presidente de Cuba denuncia EUA por 'agressão incessante' contra seu país

Miguel Díaz-Canel denunciou que todas as medidas tomadas por Washington visam "privar o país da capacidade de satisfazer as necessidades fundamentais" de seu povo.

O presidente de Cuba, Miguel Díaz-Canel, acusou, na quarta-feira (24) no X, os Estados Unidos de travar "uma agressão incessante" contra a nação caribenha devido à sua impotência em ver Havana derrotada.

O presidente denunciou que todas as ações e medidas de Washington visam "privar o país da capacidade de atender às necessidades fundamentais" de seu povo, com "ataques contra fontes de renda, acesso a canais financeiros, fornecimento de combustível e transferência de tecnologia".

"O governo acredita que nenhum país pode funcionar e sobreviver sob uma guerra tão implacável. O efeito é concreto e brutal, disso não há dúvida; mas eles estão surpresos com nossa capacidade de resistir e criar", concluiu

As declarações ocorrem após Washington sancionar cinco entidades cubanas na terça-feira (23), três delas ligadas ao Grupo de Administração de Empresas SA (GAESA), em uma nova ação contra Havana. 

O secretário de Estado americano, Marco Rubio, indicou que entre as empresas penalizadas estão duas que "geram receitas para Cuba através da exploração das reservas minerais e metálicas da ilha , incluindo a empresa estatal cubana GeoMinera".

Ameaças a Cuba