
'Dark Horse': Nova decisão judicial atinge produtora do filme de Bolsonaro; entenda o caso
A produtora responsável por Dark Horse, filme sobre a vida do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), foi obrigada pela Justiça a depositar R$ 46,1 mil após parte do pagamento pelo aluguel de um hospital em São Paulo ser alvo de penhora judicial, conforme publicado nesta quarta-feira (24) pelo Metrópoles.

O valor corresponde à segunda parcela do contrato firmado entre a Go Up Entertainment e o Hospital Indianópolis, na zona sul da capital paulista. A unidade foi usada para gravar as cenas que retratam a internação e a cirurgia de Bolsonaro após o atentado a faca sofrido durante a campanha presidencial de 2018, em Juiz de Fora (MG).
Segundo o processo, a penhora não tem relação com o filme. O hospital foi atingido por medidas judiciais ligadas à cobrança de uma dívida de aproximadamente R$ 895 milhões em honorários advocatícios.
Contrato de locação previa:
- Valor total de R$ 92,2 mil;
- Uso do hospital por 46 dias;
- Período entre setembro e dezembro de 2025;
- Utilização dos espaços para filmagens, ensaios, maquiagem, figurino e instalação de equipamentos.
De acordo com os autos, um oficial de Justiça encontrou a equipe da produtora no hospital durante uma diligência destinada a identificar bens passíveis de penhora.
O acordo também garantiu à Go Up Entertainment o direito de utilizar, de forma permanente, as imagens do imóvel e de seu mobiliário registradas durante as gravações.
