A Polícia Civil de Limeira (SP) prendeu mais três suspeitos pela morte de Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, que foi lançada de uma ponte sem cordas durante um salto de rope jump em 13 de junho. A informação foi confirmada à EPTV neste sábado (20) pelo delegado seccional Antônio Luiz Tuckumantel e pela delegada responsável pelo caso, Andrea Levy.
Até a publicação deste texto, a corporação não havia detalhado qual foi a participação dos novos presos. A polícia informou apenas que um deles é do Rio de Janeiro (RJ).
Os três instrutores responsáveis pelo salto de Maria Eduarda foram presos no dia da tragédia e autuados por homicídio com dolo eventual. A Justiça negou o pedido de habeas corpus apresentado pela defesa, mantendo as prisões.
Luis Felipe Feliciano Egoroff, de 32 anos, Maicon Fernandes Cintra, de 42 anos, e Vitor de Freitas Gonçalves, de 27 anos integravam o grupo que oferecia saltos de 40 metros de altura ao custo de R$ 180. Em depoimento, os três não souberam explicar o erro que levou à morte da jovem.
Falha no equipamento
Maria Eduarda morreu após cair de uma altura de 40 metros. Segundo a Polícia Civil, a corda que deveria estar presa ao corpo da vítima foi esquecida e permaneceu enrolada no chão da estrutura.
Uma testemunha afirmou que os instrutores não realizaram a checagem de segurança antes do salto. De acordo com a polícia, o grupo responsável pela atividade não possuía empresa formal.
Inicialmente, seis pessoas foram detidas, mas apenas os três instrutores permaneceram presos. No domingo (14), a Justiça converteu em preventiva a prisão em flagrante deles.