Médicos na República Democrática do Congo anunciaram o início de uma greve em 11 de junho, em meio a um novo surto de Ebola, segundo a APAnews.
Centros médicos estatais acusam o governo de não fornecer equipamentos de proteção individual, medicamentos e suprimentos.
Os especialistas, que são obrigados a trabalhar em condições extremamente precárias, exigem um aumento nos gastos públicos com o setor de saúde para solucionar o problema do subfinanciamento estrutural. Eles anunciaram que o pronto-socorro continuará atendendo os pacientes mais vulneráveis.
De acordo com dados recentes, os casos confirmados de Ebola no país subiram para 635, com 127 mortes. Esse rápido aumento de infecções está agravando a crise epidemiológica no país africano. A emergência se desenrola em um contexto complexo de resistência comunitária, fator que dificulta severamente o rastreamento de contatos e o atendimento oportuno aos pacientes.
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