A OpenAI deve iniciar nas próximas semanas a maior reformulação do ChatGPT desde seu lançamento, transformando a plataforma em um "superaplicativo" capaz de reunir programação, agentes de inteligência artificial e serviços de terceiros, informou o Financial Times (FT) com base em relatos de funcionários atuais e ex-funcionários da empresa.
Além de responder perguntas, o chatbot passará a oferecer recursos mais amplos, como geração de imagens, desenvolvimento de software e integração com aplicativos parceiros.
Disputa com Claude
A estratégia faz parte do esforço da OpenAI para ampliar sua presença no mercado corporativo e disputar espaço com a Anthropic, criadora do modelo Claude.
Segundo o jornal britânico, a empresa pretende dar maior destaque ao Codex, sua ferramenta de programação.
Internamente, a aposta é em sistemas capazes de executar múltiplas tarefas e produzir código a partir de comandos simples. "O chat está morto", afirmou um executivo da companhia ao FT.
A OpenAI também vê potencial de receita em agentes de IA que executem atividades práticas, como organizar agendas e reservar viagens.
Thibault Sottiaux, responsável pelos principais produtos da empresa, disse que o objetivo é criar um "agente pessoal" capaz de auxiliar usuários em diferentes aspectos da vida cotidiana e profissional.