O Irã condenou veementemente o "ato agressivo do exército terrorista americano" ocorrido na madrugada desta quarta-feira (3), segundo comunicado divulgado pela imprensa.
De acordo com a nota, um petroleiro iraniano no Estreito de Ormuz e uma antena de telecomunicações na ilha de Qeshm foram alvos de hostilidades partidas do Kuwait e do Bahrein, classificados como "responsáveis diretos" pelo ataque.
"Estas ações agressivas não só constituem uma violação do acordo de cessar-fogo de 10 de abril, como também uma grave transgressão do princípio fundamental de proibição do uso da força previsto na Carta das Nações Unidas e no direito internacional", diz o comunicado.
Bombardeio com mísseis e drones
O Ministério também condenou o uso "colonial" que os EUA fazem do território e das instalações de países da região para impulsionar atos agressivos contra o Irã e apontou a responsabilidade direta dos governantes de ambos os países vizinhos nas hostilidades da noite anterior.
O comunicado conclui que a responsabilidade pelos efeitos e consequências da situação recai sobre os "agressores americanos-sionistas" e sobre todas as partes que, ao cederem seu território e instalações, "ajudam-nos a cometer atos de agressão contra o Irã".