Detalhes perturbadores são revelados no caso de estupro da enfermeira de Schumacher

O tribunal responsável ouviu que, ao acordar, a vítima se viu nua, com fortes dores vaginais e anais, e com lençóis manchados de sangue.

Novos e perturbadores detalhes sobre o julgamento de estupro de uma das enfermeiras da lenda da Fórmula 1, Michael Schumacher, vieram à tona nesta terça-feira (2), informou o Daily Mail.

Os eventos ocorreram em 23 de novembro de 2019, na mansão do heptacampeão de Fórmula 1 em Gland, perto de Genebra, na Suíça.

O piloto australiano Joey Mawson, amigo próximo de Schumacher e que o visitava frequentemente, enfrenta acusações de estupro contra uma cuidadora que prestava assistência ao ex-piloto alemão.

De acordo com a acusação, a enfermeira bebeu excessivamente durante uma reunião com a equipe e, embriagada, não conseguiu se levantar, por isso foi levada inconsciente para seu quarto.

Mais tarde, Mawson teria entrado no quarto e teria agredido sexualmente em duas ocasiões enquanto ela permanecia naquele estado.

O tribunal ouviu que, ao acordar, a vítima se viu nua, com fortes dores vaginais e anais, e com os lençóis manchados de sangue .

Mawson nega o crime e afirma que o encontro sexual foi consensual. A promotoria leu mensagens nas quais o suposto agressor se desculpava: "Sinto muito, muito mesmo, do fundo do meu coração" e "Sinto muito pela dor que estou lhe causando".

A queixa foi apresentada em 2022, depois que a enfermeira foi demitida após trabalhar por seis anos com a lenda alemã do automobilismo.

A família Schumacher não está envolvida no caso. O julgamento continua nesta terça-feira.