O criminoso brasileiro Gerson Palermo, tido como um dos chefões do Primeiro Comando da Capital (PCC), será expulso da Bolívia nesta quarta-feira (27), após ser preso na terça-feira (26) em Cotoca, na região de Santa Cruz de la Sierra.
A informação foi confirmada pelo vice-ministro boliviano de Defesa Social e Substâncias Controladas, Ernesto Justiniano, ao jornal boliviano El Deber.
Palermo tinha mandado de prisão internacional e estava em situação irregular no país, o que motivou a expulsão imediata.
Ele deixará a Bolívia em um avião da Polícia Federal brasileira.
"Corresponde imediatamente à expulsão, não à extradição, que é um processo diferente", declarou o vice-ministro.
A prisão ocorreu em uma operação conjunta da Força Especial de Luta Contra o Narcotráfico (Felcn), da Bolívia, e da Interpol, após informações repassadas pela PF brasileira.
Palermo vivia em uma casa nos arredores de Cotoca, a cerca de 20 quilômetros de Santa Cruz, e foi detido nas primeiras horas de terça.
Sua captura ocorreu dez dias após a prisão de Kleber Nóbrega Pereira, o "Kekeu", apontado como integrante do Comando Vermelho, também detido em Cotoca.