O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que as negociações com a República Islâmica do Irã estão "progredindo bem" e alertou que existem apenas dois resultados possíveis: um acordo ou a retomada dos combates.
"Será um ótimo acordo para todos ou nenhum acordo — de volta à linha de frente e aos combates, mas maiores e mais fortes do que nunca — e ninguém quer isso", escreveu o presidente em sua conta no Twitter.
Ele revelou que, durante conversas telefônicas que manteve no sábado (23) com os líderes da Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos, Catar, Paquistão, Turquia, Egito, Jordânia e Bahrein, fez uma exigência: a adesão simultânea de todos esses países aos Acordos de Abraão.
Ele justificou a exigência argumentando que o pacto se provou um "boom" financeiro, econômico e social, mesmo em tempos de conflito, e que os membros atuais (Emirados Árabes Unidos, Bahrein, Marrocos, Sudão e Cazaquistão) "nunca sugeriram sair, nem mesmo fazer uma pausa".
"O motivo é que os Acordos de Abraão foram ótimos para eles, e serão ainda melhores para todos, e trarão poder, força e paz reais ao Oriente Médio pela primeira vez em 5 mil anos", alegou Trump.
"Este será o acordo mais importante que qualquer um desses grandes países, porém perpetuamente em conflito, jamais assinará. Nada no passado ou no futuro o superará", acrescentou.