O tiroteio ocorrido neste sábado (23), nas proximidades da Casa Branca, demonstra o quão importante é para os futuros presidentes terem à disposição algo que será "o espaço mais seguro desse tipo já construído em Washington", escreveu o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em sua conta no Truth Social.
O autor do tiroteio, Nasir Best, de 21 anos, morreu em troca de tiros com agentes do Serviço Secreto, aos quais o presidente dos EUA agradeceu pela atuação "rápida e profissional". Best havia um histórico violento, segundo a declaração do presidente, e acrescentou ainda que ele "possivelmente tinha uma obsessão pelo edifício mais querido do nosso país".
Quando o suspeito se aproximou de um posto de controle próximo à Casa Branca e abriu fogo contra oficiais, o presidente Trump já estava presente, pois havia cancelado seus planos de viagem para o fim‑de‑semana.
"Durante o tiroteio, uma pessoa que passava também ficou ferida", informou o Serviço Secreto em comunicado, acrescentando que nenhum agente se feriu ao neutralizar o atirador. Segundo testemunhas, o jovem andava de um lado para o outro de maneira errática antes de sacar um revólver e disparar várias vezes no ponto de controle de segurança.
Jornalistas que estavam na área no momento em que os tiros foram ouvidos afirmaram que houve entre 20 e 30 disparos, e que agentes de segurança os evacuaram para a sala de coletivas de imprensa.
- Nos últimos dois anos, Trump foi alvo de várias tentativas de assassinato, incluindo uma em julho de 2024, quando levou um tiro na orelha na Pensilvânia.
- Por outro lado, o tiroteio mais recente ocorreu no mês passado, quando Cole Tomas Allen abriu fogo durante o jantar da Associação de Correspondentes da Casa Branca, em Washington, mas foi detido por agentes do serviço secreto antes de conseguir entrar no salão onde estavam o presidente e os integrantes de seu gabinete.