'Não temos mais ídolos', diz Lula sobre a Seleção Brasileira

Ao notar a falta de grandes nomes na seleção atual, Lula lembrou de Romário na Copa de 1994. Apesar de adversários políticos, o presidente disse gostar do jogador: "Um gênio".

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou, durante entrevista ao Sem Censura, da TV Brasil, nesta sexta-feira (22), que a principal dificuldade da Seleção Brasileira de Futebol para a Copa do Mundo FIFA de 2026 é a ausência de grandes ídolos no futebol nacional atual.

Segundo Lula, o país vive uma geração diferente das equipes históricas campeãs do mundo, como as seleções de 1958, 1970 e 2002, marcadas pela presença de craques referências mundiais. "O problema é que a gente não tem mais nenhum ídolo", declarou.

O presidente também relembrou a campanha da Copa de 1994 e exaltou o papel de Romário (atual senador pelo PL do Rio de Janeiro, partido de oposição ao presidente) no título mundial conquistado nos Estados Unidos.

Lula classificou o ex-atacante como "gênio" e afirmou não conhecer "nenhum centroavante mais gênio que o Romário".

Pode ser campeão

Apesar da crítica à falta de referências no elenco atual, Lula disse acreditar que o Brasil ainda pode conquistar o hexacampeonato em 2026. Para isso, segundo ele, o técnico Carlo Ancelotti precisará impor disciplina e responsabilidade aos jogadores.

"A meninada tem que lembrar sempre o que eles eram antes de serem famosos", afirmou o presidente ao comentar a postura esperada dos atletas que representarão o país no Mundial.