Uma ativista pró-palestina da flotilha Global Sumud, interceptada ao tentar levar ajuda a Gaza, denunciou graves abusos durante sua detenção por autoridades israelenses em Ashdod.
Juliet Lamont afirmou à agência Anadolu, na quinta-feira (21), que a violência foi "muito maior" do que em missões anteriores.
Segundo o relato, em um barco-prisão, 180 pessoas foram sistematicamente espancadas, resultando em 40 com costelas quebradas e 12 casos de agressão sexual.
Lamont declarou ter sido agredida sexualmente em uma "espécie de câmara de tortura" e golpeada no rosto por cinco homens. Ela também afirmou que alguns detidos receberam descargas elétricas no rosto e tiveram sedativos desconhecidos injetados.
A ativista descreveu a ação como uma "campanha 'Nos quebraram os ossos, mas não a alma'. Somos muito mais fortes que eles. Libertem a Palestina!", declarou.