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Ativista pró-palestina denuncia tortura e violência sexual pelo exército israelense

A tripulante da flotilha presa em águas internacionais pelo Estado de Israel relatou ter sido agredida sexualmente em uma "espécie de câmara de tortura" e golpeada no rosto por cinco homens; alguns detidos receberam descargas elétricas no rosto e tiveram "sedativos desconhecidos" injetados.
Ativista pró-palestina denuncia tortura e violência sexual pelo exército israelenseGettyimages.ru / Orhan Cicek/Anadolu

Uma ativista pró-palestina da flotilha Global Sumud, interceptada ao tentar levar ajuda a Gaza, denunciou graves abusos durante sua detenção por autoridades israelenses em Ashdod.

Juliet Lamont afirmou à agência Anadolu, na quinta-feira (21), que a violência foi "muito maior" do que em missões anteriores.

Segundo o relato, em um barco-prisão, 180 pessoas foram sistematicamente espancadas, resultando em 40 com costelas quebradas e 12 casos de agressão sexual.

Lamont declarou ter sido agredida sexualmente em uma "espécie de câmara de tortura" e golpeada no rosto por cinco homens. Ela também afirmou que alguns detidos receberam descargas elétricas no rosto e tiveram sedativos desconhecidos injetados.

A ativista descreveu a ação como uma "campanha 'Nos quebraram os ossos, mas não a alma'. Somos muito mais fortes que eles. Libertem a Palestina!", declarou.