A Alta Representante da UE, Kaja Kallas, gerou polêmica ao comparar as práticas comerciais da China a um "câncer" durante conferência na Estônia.
A declaração foi mal recebida no bloco, segundo informou o Politico na quarta-feira (20).
A Comissão Europeia se distanciou, afirmando, por meio da porta-voz Paula Pinho, que a fala não representa a posição oficial da instituição.
Um funcionário anônimo criticou a linguagem, considerando-a imprópria para um diplomata: "Não se chama um país de doença".
Ao menos cinco países-membros manifestaram desaprovação.
Kallas havia dito que há "preocupação global" com práticas coercivas chinesas e traçou um paralelo entre as políticas e uma doença, mencionando "quimioterapia" como opção.