
Veja a atitude de empresa após executivo chileno ser preso no Brasil por racismo em voo
A empresa pesqueira Landes demitiu, na terça-feira (19), o executivo chileno Germán Naranjo Maldini, preso no Brasil após ofensas racistas, homofóbicas e xenofóbicas contra um comissário de bordo da LATAM Airlines durante um voo que fazia a rota São Paulo-Frankfurt. A informação foi publicada pelo O Globo.

O desligamento foi comunicado internamente pela companhia no mesmo dia em que o caso teve novos desdobramentos, após a prisão do executivo pela Polícia Federal (PF), em São Paulo, por injúria racial.
Nas imagens registradas durante o voo, o chileno chama o funcionário de "preto" e "macaco", além de imitar o animal dentro da aeronave. O episódio aconteceu no dia 15 de maio e levou à sua detenção após o pouso da aeronave.
[INTERNACIONALES] "Para mí es un problema ser gay, tienes la piel negra, mono": en Brasil, detuvieron a un empresario chileno por un ataque racista y homofóbico en un vuelo de avión. https://t.co/Nfcui6BqQXpic.twitter.com/Qd1p9ZRDoL
— ElCanciller.com (@elcancillercom) May 16, 2026
Em depoimento ao seu advogado, Maldini pediu desculpas pelas falas, afirmou estar em "estado alterado" e disse que passa por tratamento psiquiátrico.
Ele declarou ainda que suas falas não refletiam sua conduta habitual.
