Cerca de um ano após a proibição do uso de celulares em escolas públicas e conveniadas do estado de Nova York, educadores relatam mudanças significativas no ambiente escolar.
Segundo reportagem do New York Post, a medida resultou em avanços notáveis tanto na capacidade de concentração dos estudantes quanto na qualidade das interações sociais entre eles.
Professores entrevistados destacam que o fim da distração constante permitiu um maior engajamento nas aulas. Antes da restrição, o uso de dispositivos para consultas rápidas ou o simples incômodo de notificações fragmentava o aprendizado.
Agora, o foco nas tarefas parece maior, o que, segundo alguns docentes, faz com que os alunos sintam que o conteúdo se tornou mais acessível.
Entretanto, o cenário apresenta desafios. Especialistas apontam que a ausência dos aparelhos retirou dos jovens uma "ferramenta de proteção" contra a ansiedade social, forçando-os a desenvolver habilidades interpessoais de forma direta.
Há também o problema da implementação: sem recursos e funcionários suficientes, algumas escolas se deparam com dificuldades para garantir o cumprimento da regra, com alunos encontrando formas de burlar a proibição.