Na quinta-feira (7), a Polícia Civil do Rio Grande do Sul indiciou o jornalista e escrito Eduardo Bueno, o Peninha, por "discriminação religiosa", informou o Extra também na quinta.
A origem da investigação foi um vídeo publicado nas redes sociais em que ele afirmava que "evangélicos não deveriam ter direito a voto".
O vídeo foi removido por decisão da Justiça Gaúcha. De acordo com a RBS TV, durante o depoimento, Peninha optou por permanecer em silêncio.
A defesa do jornalista nega que tenha havido preconceito religioso e afirmou que a declaração ocorreu "dentro dos limites legais do exercício da liberdade de expressão" e tinha "clara finalidade jocosa".
Segundo os advogados, "não ocorreu preconceito à liberdade religiosa e o indiciamento será revisto no Judiciário".
O caso foi levado à polícia pelo vereador Tiago Albrecht (NOVO-RS) e pela suplente de deputada federal Samila Monteiro (NOVO-RS). À altura, Albrecht classificou a fala de Bueno como "um ataque direto à dignidade de milhões de brasileiros".