'Um presente para mundo': Chefe do Pentágono exalta campanha militar no Oriente Médio

Pete Hegseth reiterou a presença militar americana busca "romper o estrangulamento ilegal", em referência ao controle exercido pelo Irã, após a guerra iniciada por EUA e Israel contra a República Islâmica.

O secretário de Guerra dos Estados Unidos, Pete Hegseth, disse nesta terça-feira (5) que o país estabeleceu uma "poderosa cúpula" de vigilância sobre o Estreito de Ormuz, classificada por ele como "um presente para o mundo".

Segundo o chefe do Pentágono, a operação integra um plano de segurança que mantém contratorpedeiros posicionados na região, com apoio de helicópteros, drones e aeronaves de monitoramento.

De acordo com Hegseth, o esquema garantiria vigilância contínua "24 horas por dia, 7 dias por semana" para navios comerciais, "exceto aos iranianos".

Ele afirmou que a presença militar busca "romper o estrangulamento ilegal", em referência ao controle exercido pelo Irã, após a guerra iniciada por EUA e Israel contra a República Islâmica. 

Hegseth acusou o Irã de tentar "subjugar o mundo" e advertiu que, caso haja ataques contra forças americanas ou embarcações civis, os responsáveis "enfrentarão um poder de fogo americano avassalador e devastador".

Em resposta, o general iraniano Yadollah Javani afirmou que uma escalada levará à derrota dos Estados Unidos: "Os EUA estão realizando um teste de força [...] mas acabarão sendo derrotados", declarou.