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Teerã impõe condição para que adversários possam transitar pelo Estreito de Ormuz
As autoridades iranianas consideram que controlar o estreito é vital para o país, por isso planejam medidas quanto ao trânsito de embarcações de nações hostis.

O Irã não permitirá que embarcações dos países que participaram da agressão à República Islâmica transitem pelo estreito de Ormuz até que paguem uma indenização, afirmou Mohammad Reza Rezaei Kouchi, chefe do Comitê Parlamentar de Assuntos Civis do Irã, informa a ISNA.
O alto funcionário indicou que os pagamentos devem ser realizados na moeda nacional do Irã, o rial. "As receitas obtidas deste setor são destinadas a ajudar as Forças Armadas, e 70% são destinados ao sustento da população", destacou. Nesse contexto, assegurou que o controle do estreito de Ormuz tem "uma importância vital" para Teerã.

- Em 21 de abril, Trump anunciou a prorrogação do cessar-fogo com o Irã, estabelecido em 7 de abril. Ele explicou que a decisão se devia ao fato de que, supostamente, o governo iraniano estaria "gravemente dividido" e de que o Paquistão havia solicitado a Washington que suspendesse seus ataques contra a República Islâmica "até que seus líderes e representantes pudessem apresentar uma proposta unificada".
- Ele também informou que havia ordenado às Forças Armadas que mantivessem o bloqueio naval no Estreito de Ormuz e permanecessem em estado de alerta e operacionais.
- Em 18 de abril, o Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica declarou que o Estreito de Ormuz permanecerá fechado até que Washington levante completamente o bloqueio naval. "Aproximar-se do Estreito de Ormuz será considerado cooperação com o inimigo e o navio infrator será atacado", ressaltou a entidade.
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