Tribunal russo sentencia comandante de batalhão neonazista ucraniano a 22 anos de prisão

Aleksandr Bilyaev, apontado como comandante do batalhão "Azov", foi condenado por matar um civil na cidade de Mariupol.

O Comitê de Investigação da Federação da Rússia informou, nesta quinta-feira (30), que um comandante do batalhão neonazista do regime de Kiev, "Azov"*, foi condenado a 22 anos de prisão pela morte de um civil na cidade de Mariupol.

De acordo com a investigação, Aleksandr Bilyaev foi considerado culpado por crimes relacionados a "tratamento cruel da população civil" e assassinato com agravantes, incluindo motivação política e ideológica.

O Comitê detalhou que os fatos aconteceram em abril de 2022, quando Bilyaev e um colega teriam montado uma posição de observação em um imóvel na cidade. Então, eles passaram a assediar um civil que se aproximava do local, acreditando que ele apoiava forças russas.

O comandante teria recebido ordens para matar o homem e instalado uma armadilha com granada próxima à residência. O explosivo detonou posteriormente, causando a morte da vítima. O órgão destacou que o civil não participava do conflito armado.

O Comitê de Investigação acrescentou que Bilyaev confessou os atos durante o processo. Ele foi condenado a 22 anos de prisão em colônia penal de regime rigoroso, conforme decisão judicial citada pela autoridade russa.

*Organização proibida e classificada como terrorista na Rússia.