Após as acusações do governo dos EUA contra o governador do estado mexicano de Sinaloa, Rubén Rocha, e outras altas autoridades regionais por sua suposta ligação com o tráfico de drogas, a Procuradoria-Geral local reiterou que, por enquanto, não atenderá aos pedidos de extradição, uma vez que no México prevalece o princípio da presunção de inocência.
"A instituição ressalta que no México vigora o princípio da presunção de inocência, pelo que nenhuma pessoa pode ser considerada responsável sem que haja decisão de autoridade judicial competente. Da mesma forma, toda ação no âmbito da aplicação da justiça deve ser conduzida com estrito respeito ao devido processo legal, à legalidade e à soberania nacional", afirma um comunicado divulgado nesta quarta-feira (29).
O Departamento de Justiça dos Estados Unidos acusa Rocha Moya e outros altos funcionários do governo de Sinaloa de "terem se associado ao Cartel de Sinaloa para distribuir grandes quantidades de drogas para os EUA".