O presidente russo, Vladimir Putin, manteve uma conversa telefônica de mais de uma hora e meia com o chefe de Estado americano, Donald Trump, na qual abordaram, entre outros temas, o recente atentado contra o líder americano.
Durante o diálogo, iniciado por iniciativa russa, Putin expressou seu apoio após o ataque ocorrido em 25 de abril, condenou energicamente qualquer forma de violência política e celebrou o fato de tanto Trump quanto sua esposa terem saído ilesos.
Da mesma forma, o mandatário russo aproveitou a ocasião para enviar felicitações a Melania Trump por seu aniversário, destacando também seu trabalho em iniciativas ligadas à reunificação de crianças com suas famílias.
O ataque
Cole Tomas Allen, acusado de tentativa de assassinato contra Trump, trocou tiros com os agentes de segurança antes de ser imobilizado pelo pessoal do Serviço Secreto no saguão do hotel Washington Hilton, onde ocorria a homenagem anual que o presidente em exercício oferece à imprensa credenciada na Casa Branca.
Um de seus disparos atingiu um agente de segurança, mas o celular e o colete à prova de balas pararam o projétil. Apesar disso, ele foi levado ao hospital.
Trump foi evacuado rapidamente do local junto com a primeira-dama e os membros do gabinete. Mais tarde, o presidente elogiou o trabalho dos agentes. "Que noite a que vivemos em Washington D.C. O Serviço Secreto e as forças de ordem fizeram um trabalho fantástico. Agiram com rapidez e coragem", escreveu em seu perfil no Truth Social.
Quanto à motivação de Allen para perpetrar o atentado, veículos locais informaram que, após sua prisão, ele confessou que seu objetivo era atacar funcionários da administração Trump, mas a Casa Branca afirmou nesta segunda-feira (27) que o alvo do atirador era o político republicano.