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Tucker Carlson expõe o que Israel realmente pensa sobre soldado que vandalizou estátua de Jesus

Autenticidade das imagens foi confirmada pelo Exército israelense.
Tucker Carlson expõe o que Israel realmente pensa sobre soldado que vandalizou estátua de JesusRedes Sociais

O apresentador norte-americano Tucker Carlson comentou, nesta quinta-feira (23), um vídeo em que um soldado israelense aparece golpeando com um martelo uma estátua de Jesus, levantando questionamentos sobre o ocorrido e sobre a reação das autoridades israelenses. Na segunda-feira (20), as Forças de Defesa de Israel (FDI) confirmaram a autenticidade das imagens e anunciaram a abertura de uma investigação interna.

Carlson afirmou em seu canal no YouTube que, ao ver a gravação, algumas pessoas poderiam supor que a estátua escondia uma arma. No entanto, ele argumentou que isso não faria sentido, dizendo que não haveria lógica em um soldado "destruir uma estátua cheia de explosivos".

Ele também lembrou que, após a confirmação da autenticidade, veículos de imprensa israelenses demonstraram preocupação com o impacto das imagens na percepção internacional e com a circulação do vídeo em contas associadas ao Irã e ao Hezbollah. Segundo esses comentários na mídia israelense, o episódio "não pega bem" para o país e deve repercutir amplamente, inclusive nos Estados Unidos.

Diante disso, o jornalista criticou esse tipo de abordagem. "O problema de um soldado das IDF destruir o rosto de Jesus não é ter destruído o rosto de Jesus. O problema é que foi filmado", afirmou. Ele acrescentou que não apenas o autor do ato teria sido responsabilizado, mas também quem registrou a cena. "Porque expor o que a IDF faz para o resto do mundo é o verdadeiro crime", ironizou.

Carlson afirmou ainda que o debate não se concentrou em explicar o motivo do ocorrido, mas sim na forma como isso seria percebido internacionalmente. "O que não se ouve é nenhuma análise sobre por que isso aconteceu em primeiro lugar. Por que um soldado israelense faria isso? O que isso revela sobre as atitudes do Exército israelense e de Israel em relação ao cristianismo?", questionou.

Na mesma linha, ele disse que esse tipo de discussão costuma ser evitado, porque "o único foco é como isso será visto pelo resto do mundo, especialmente pelos evangélicos americanos, que foram o último grande bloco de apoio a Israel nos Estados Unidos".

"Então o problema, do ponto de vista israelense, não é que isso tenha acontecido. O problema é que os evangélicos americanos podem descobrir", concluiu.