
Cientistas russos elaboram tecnologia que pode revolucionar detecção de doenças

O Instituto da Física de Semicondutores em Novosibirsk e o Instituto Unido de Temperaturas Elevadas em Moscou elaboraram um sensor capaz de analisar a composição do ar expirado pela pessoa. As informações foram recentemente divulgadas pelo centro de imprensa da Academia de Ciências da Rússia.
A ideia, de acordo com a publicação, é detectar doenças cronicas, inclusive diabetes, insuficiência cardíaca, entre outras.

O sensor funciona com base em substâncias como grafeno e polímeros, que conseguem detectar quantidades extremamente pequenas de acetona e outras moléculas — marcadores de doenças crônicas.
A tecnologia é utilizada em máscaras médicas; um dispositivo confortável para uso em hospitais, por exemplo, durante cirurgias.
"Pequenos dispositivos médicos que podem ser fixados ao corpo e usados continuamente permitem monitorar em tempo real o estado de pacientes com diversas doenças relacionadas a distúrbios cardíacos, aumento da glicemia, asma e outras condições", destaca o comunicado.
