
Irã denuncia que 30 universidades no país foram atacadas pelos e EUA e Israel

Trinta universidades iranianas foram alvo de ataques diretos por forças inimigas desde o início da agressão dos EUA e Israel contra a República Islâmica, denunciou neste sábado (4) Hossein Simaei Sarraf, Ministro da Ciência, Pesquisa e Tecnologia do país.

"Atacar infraestruturas é um crime contra a humanidade. É inconcebível que, em plena era dos direitos humanos e no século XXI, locais e pessoas civis sejam atacados, e pior ainda, infraestrutura científica vital para a humanidade", afirmou.
Guerra no Oriente Médio
Em 28 de fevereiro, Israel e os EUA iniciaram uma ofensiva conjunta contra o Irã com o objetivo declarado de "eliminar as ameaças" da República Islâmica.
Os bombardeios causaram a morte do líder supremo do Irã, o aiatolá Ali Khamenei, e de vários altos cargos militares, entre eles o secretário do Conselho Supremo de Segurança Nacional, Ali Larijani; o comandante da milícia Basij, Gholamreza Soleimani; e o ministro da Inteligência, Esmaeil Khatib. Mojtaba Khamenei, filho do líder supremo, foi escolhido como seu sucessor.
Como represália, Teerã lançou várias ondas de mísseis balísticos e drones contra Israel e bases americanas em países do Oriente Médio. Além disso, a República Islâmica realizou uma série de ataques que atingiram "instalações petrolíferas vinculadas aos Estados Unidos" em diversos países da região.
O Irã também bloqueou quase completamente o Estreito de Ormuz, rota marítima por onde passa cerca de 20% de todo o petróleo e gás
