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PM aposenta tenente-coronel que seguirá recebendo 'bolada' após matar esposa policial em SP

Geraldo Leite Rosa Neto, acusado de matar a esposa Gisele Santana, seguirá na reserva da PM e receberá cerca de R$ 21 mil por mês; processo de expulsão da corporação ainda está em andamento.
PM aposenta tenente-coronel que seguirá recebendo 'bolada' após matar esposa policial em SPReprodução/Redes Sociais

O tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto, de 53 anos, foi aposentado pela Polícia Militar (PM) de São Paulo após ser preso e acusado de matar a própria esposa, a policial militar Gisele Santana, com um tiro na cabeça. A informação foi publicada pelo g1 nesta quinta-feira (2).

A aposentadoria, equivalente à reserva na estrutura militar, foi publicada no Diário Oficial do Estado e já está em vigor.

Mesmo com a medida, o oficial continuará recebendo o salário, que no mês de fevereiro de 2026, antes da prisão, era de R$ 28,9 mil brutos, segundo dados do Portal da Transparência do Governo de São Paulo.

Considerando os critérios de proporcionalidade pela idade do tenente-coronel, o valor do pagamento mensal na reserva deve ficar em torno de R$ 21 mil, segundo cálculo da reportagem. O pedido de aposentadoria foi feito pelo próprio tenente-coronel à corporação.

A Polícia Militar ressalta que a aposentadoria não interrompe o processo administrativo de expulsão do oficial, aberto pela Corregedoria contra ele.