VÍDEO: Irã realiza mais um ataque contra Israel e bases americanas no Oriente Médio

A Guarda Revolucionária do Irã lançou nesta terça-feira (31) um ataque contra Israel e bases americanas no Oriente Médio em resposta aos ataques conjuntos dos dois países.
Entre os alvos israelenses atacados pelas Forças Aeroespaciais da Guarda estão pontos de encontro de comandantes e bases aéreas, segundo o comunicado. Os militares também informam que utilizaram os sistemas de mísseis superpesados Emad, Khorramshahr 4 e Qadr, movidos a combustível sólido e líquido.
"As forças navais e aeroespaciais da Guarda Revolucionária também atacaram os abrigos das forças americanas e seus centros de controle de drones nas bases de Al-Dhafra (Emirados Árabes Unidos), Victoria (Iraque) e Ali Salem (Kuwait) com drones ofensivos e mísseis de precisão", detalhou o órgão.
Militantes do Hezbollah e da Resistência Islâmica no Iraque e no Iêmen também se uniram ao ataque iraniano. "Foram infligidos duros golpes aos exércitos invasores exaustos com mais de 120 operações bem-sucedidas e eficazes nas últimas horas" contra as regiões norte e sul de Israel, afirmou a Guarda.
Guerra no Oriente Médio
Em 28 de fevereiro, Israel e os EUA iniciaram uma ofensiva conjunta contra o Irã com o objetivo declarado de "eliminar as ameaças" da República Islâmica.
Os bombardeios causaram a morte do líder supremo do Irã, o aiatolá Ali Khamenei, e de vários altos cargos militares, entre eles o secretário do Conselho Supremo de Segurança Nacional, Ali Larijani; o comandante da milícia Basij, Gholamreza Soleimani; e o ministro da Inteligência, Esmaeil Khatib. Mojtaba Khamenei, filho do líder supremo, foi escolhido como seu sucessor.
Como represália, Teerã lançou várias ondas de mísseis balísticos e drones contra Israel e bases americanas em países do Oriente Médio. Além disso, a República Islâmica realizou uma série de ataques que atingiram "instalações petrolíferas vinculadas aos Estados Unidos" em diversos países da região.
O Irã também bloqueou quase completamente o estreito de Ormuz, rota marítima por onde passa cerca de 20% de todo o petróleo e gás comercializados no mundo, o que elevou os preços dos combustíveis.
