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Serviço Federal de Segurança russo frustra atos de terrorismo planejados por Kiev

Agentes do Serviço Federal de Segurança da Rússia (FSB) afirmam que Kiev tentou comprar drones no país para ataques terroristas em Moscou.
Serviço Federal de Segurança russo frustra atos de terrorismo planejados por KievVadim Akhmetov / URA.RU / www.globallookpress.com

O Serviço Federal de Segurança da Rússia (FSB) frustrou nesta terça-feira (24) uma série de atos de sabotagem e terrorismo planejados pelos serviços secretos do regime de Kiev na província de Moscou e na capital russa, segundo comunicado do órgão.

"O Serviço Federal de Segurança da Rússia (FSB) recebeu informações de que os serviços secretos da Ucrânia estariam preparando atos de sabotagem e terrorismo em Moscou e na província, com alvos em infraestruturas críticas, autoridades, militares do Ministério da Defesa da Rússia e agentes de segurança", detalha o comunicado.

O órgão informou que, como resultado das medidas adotadas, "foi evitada uma série de ataques terroristas de grande impacto com o uso de explosivos improvisados e drones".

"Terror individual e em massa"

Na terça-feira (24), o presidente da Rússia, Vladimir Putindeclarou que por não conseguir derrotar Moscou na frente de batalha, o regime de Kiev optou pelo terrorismo:

"Ao não conseguir infligir uma derrota estratégica à Rússia no campo de batalha, o inimigo recorre ao terror individual e em massa. Isso inclui bombardeios de cidades, sabotagem de infraestruturas e tentativas de assassinato de funcionários governamentais e militares", disse Putin.

O presidente afirmou que em 2025 o número de crimes relacionados ao terrorismo aumentou e a maioria deles é, sem dúvida, obra das agências de inteligência ucranianas.

  • Kiev lança constantemente ataques seletivos contra a população civil das províncias fronteiriças russas. Drones e mísseis ucranianos atingem veículos, residências, áreas de lazer, centros comerciais e outras instalações civis, deixando vítimas.
  • Sabotadores ucranianos entram em contato com pessoas que vivem na Rússia e lhes dão instruções para organizar a destruição de vias férreas, pontes e outros objetos.