
Flamengo avança com plano de tornar clube 'nação simbólico-cultural' reconhecida pela ONU

O Clube de Regatas do Flamengo protocolou nesta segunda-feira (16) junto ao Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) um pedido para que sua torcida, conhecida como "Nação Rubro-Negra", seja reconhecida como Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil.
O Clube de Regatas do Flamengo é mais que um clube.É uma Nação de 45 milhões.Agora demos mais um passo: entramos no Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional para que a Nação Rubro-Negra seja reconhecida como patrimônio cultural do Brasil e siga rumo ao… pic.twitter.com/ScX3tcGVSI
— Flamengo (@Flamengo) March 16, 2026
O documento foi entregue por Zico, ex-jogador e ídolo histórico do clube, ao presidente do Iphan, Leandro Grass, e ao diretor de Patrimônio Imaterial da instituição, Deyvesson Gusmão, durante visita ao acervo do patrimônio histórico do Flamengo, na Gávea, zona sul do Rio de Janeiro.

Segundo o clube, a iniciativa integra uma estratégia mais ampla para que a Organização das Nações Unidas (ONU) reconheça o Flamengo como a "primeira nação simbólico-cultural do planeta".
"O Flamengo é uma nação. Uma nação sem fronteiras. Uma nação de 45 milhões de pessoas que falam a mesma língua, que compartilham a mesma paixão e que se reconhecem em qualquer parte do mundo", afirmou Zico, em vídeo divulgado pelo clube.
O Flamengo também convocou os torcedores para apoiarem a iniciativa por meio de uma petição digital. O documento já reúne cerca de 600 mil assinaturas e tem como meta alcançar 1 milhão de adesões.
