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Ataque ucraniano contra hospital com 130 pacientes matou 8 médicos

Ministério da Defesa russo afirma que unidade médica em questão não tinha uso militar.
Ataque ucraniano contra hospital com 130 pacientes matou 8 médicosGettyimages.ru / Anadolu

As Forças Armadas da Ucrânia atacaram nesta quinta-feira (12) um hospital na República Popular de Donetsk com quatro drones, informou o Ministério da Defesa da Rússia.

Segundo o comunicado, mais de 130 pacientes e cerca de 50 médicos estavam no centro médico no momento do ataque. O ministério afirmou que a instalação nunca foi utilizada para fins militares.

Como resultado da ofensiva, oito médicos morreram e outras dez pessoas ficaram feridas. Os feridos estão recebendo atendimento médico, de acordo com as autoridades russas.

O Ministério da Defesa declarou que o ataque representa uma grave violação do direito internacional.

"Terror individual e em massa"

No mês passado, o presidente Vladimir Putin afirmou que o regime de Kiev recorre ao terrorismo após não conseguir derrotar Moscou no campo de batalha.

"Sem conseguir infligir uma derrota estratégica à Rússia no campo de batalha, o inimigo recorre ao terror individual e em massa. Isso inclui bombardeios de cidades, sabotagem de infraestruturas e tentativas de assassinato de funcionários governamentais e militares", declarou.

  • Kiev realiza constantemente ataques seletivos contra a população civil das regiões fronteiriças da Rússia. Drones e mísseis ucranianos atingem veículos, residências, áreas de lazer, centros comerciais e outras instalações civis, deixando vítimas.

  • Na terça-feira (12), a cidade de Briansk foi alvo de um ataque com mísseis da Ucrânia, que provocou uma explosão e a morte de várias pessoas. Segundo a atualização mais recente, sete civis morreram e 42 ficaram feridos, dos quais 29 foram hospitalizados, entre eles um menor de idade. De acordo com as informações, Kiev atacou a cidade com sete mísseis Storm Shadow.

  • Além disso, sabotadores ucranianos entram em contato com pessoas que vivem na Rússia e lhes dão instruções para organizar a destruição de ferrovias, pontes e outras infraestruturas.