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De bases militares a radares THAAD: veja o que foi danificado em ataques de retaliação do Irã

Oficiais de alta patente dos EUA admitem que a intensidade e a preparação da resposta iraniana superaram as expectativas da administração Trump e de seus analistas, que não previam uma retaliação tão sustentada e eficaz.
De bases militares a radares THAAD: veja o que foi danificado em ataques de retaliação do IrãGettyimages.ru / Cavan Images

Pelo menos 17 alvos americanos foram danificados nos ataques retaliatórios  do Irã, segundo uma análise apresentada pelo New York Times na quarta-feira (11).

O Irã lançou milhares de drones e mísseis contra alvos dos EUA no Oriente Médio, em resposta à agressão conjunta e não provocada dos EUA e Israel.

Os impactos atingiram embaixadas, bases militares e infraestruturas críticas de defesa aérea em vários países da região, causando a morte de pelo menos sete soldados americanos e graves danos em instalações.

Entre os locais atingidos, estão 11 bases militares — quase metade das que Washington mantém na região —, várias delas atingidas em mais de uma ocasião.

Os primeiros ataques, em 28 de fevereiro, atingiram a base aérea Príncipe Sultão, na Arábia Saudita, Ali Al Salem e Camp Buehring, no Kuwait, e Al Udeid, no Catar, a maior base americana no Oriente Médio.

Os maiores prejuízos foram da defesa aérea e comunicações, como radares do sistema THAAD e sensores avaliados em centenas de milhões de dólares.

Só o ataque ao quartel-general da Quinta Frota da Marinha em Bahrein teria causado perdas de cerca de 200 milhões de dólares.

Oficiais militares americanos admitem que a intensidade e a preparação da resposta iraniana superaram as expectativas da administração Trump e de seus analistas, que não previam uma retaliação tão sustentada e eficaz.