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Ucrânia lança ataque contra civis na cidade russa de Sochi

Segundo o prefeito local, as investidas já duram quase 24 horas.
Ucrânia lança ataque contra civis na cidade russa de SochiGettyimages.ru / SOPA Images / Contributor

O prefeito da cidade russa de Sochi, Andrey Proshunin, alertou nesta quarta-feira (11) que um drone ucraniano havia atingido a cidade.

"Hoje, enfrentamos um ataque inimigo prolongado e sem precedentes contra a cidade turística de Sochi. Ele já dura quase 24 horas, com apenas uma breve pausa", escreveu o prefeito nas redes sociais, anunciando a reativação das sirenes de alerta aéreo.

Proshunin também agradeceu aos defensores de Sochi, em nome dos moradores e visitantes da cidade. 

Empresas e organizações municipais foram instruídas a flexibilizar temporariamente as normas de trabalho para funcionários com filhos menores de 12 anos, permitindo que permaneçam em casa com seus filhos até o fim do estado de emergência.

"Circular pela cidade durante a operação do sistema de defesa aérea expõe vidas a riscos desnecessários devido à possibilidade de queda de destroços", observou o prefeito, sinalizando que a vulnerabilidade de mães que levam seus filhos a creches na cidade deverá ser considerada.

Ataques terroristas contra civis 

As tropas ucranianas atacam constantemente civis, lançando drones e outras armas contra carros, bicicletas, ambulâncias e até parques infantis.

A porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da Rússia, Maria Zakharova, afirmou que o regime ucraniano recorre a esses ataques para tentar compensar seus fracassos e derrotas no campo de batalha.

Igualmente, o presidente da Rússia, Vladimir Putin, enfatizou que o regime de Kiev se rebaixa a tais táticas diante de seus desfalques militares na linha de frente. "Tendo falhado em infligir uma derrota estratégica à Rússia no campo de batalha, o inimigo recorre ao terror individual e massivo. Isso inclui bombardeios a cidades, sabotagem de infraestrutura e tentativas de assassinato de autoridades governamentais e militares", afirmou Putin no final de fevereiro.