
'Consequências terríveis': irmã de Kim Jong-un critica exercícios militares dos EUA e Coreia do Sul

Kim Yo-jong, irmã do líder supremo da República Popular Democrática da Coreia (RPDC), Kim Jong-un, criticou nesta terça-feira (10) os exercícios militares dos Estados Unidos e da Coreia do Sul batizados de "Freedom Shield" (Escudo da Liberdade), que decorrerão de 9 a 19 de março.
"Em um momento crítico, quando a estrutura de segurança global está entrando em colapso rapidamente e guerras eclodem em diferentes partes do mundo devido às ações imprudentes de grupos internacionais indignantes, o exercício de guerra entre os Estados Unidos e a República da Coreia está sendo realizado. Isso provocará uma maior destruição da estabilidade da região", diz o comunicado.

A irmã de Kim Jong-un destacou que "a natureza claramente confrontativa desse intenso exercício de guerra em grande escala, organizado pelas entidades mais hostis em conluio às portas da RPDC, permanece inalterada".
Kim Yo-jong garantiu que a RPDC neutraliza as ameaças estratégicas à segurança através do fortalecimento de seu poder destrutivo, "incluindo todos os meios especiais disponíveis, que são inevitavelmente avassaladores, e o exercício responsável dessa dissuasão".
"A demonstração de força das forças hostis perto das zonas de soberania e segurança do nosso Estado pode ter consequências inimaginavelmente terríveis, advertiu Kim Yo-jong. "Contaremos com um terrível poder destrutivo, ao qual o inimigo não ousará responder, para defender firmemente a paz do país", reiterou.
